Avenged Sevenfold no Brasil

Contagem regressiva para os shows da banda

1/22/20263 min read

Prepare o coração, Deathbat Nation, porque o momento pelo qual todos os fãs esperavam finalmente chegou. Estamos cada vez mais próximos dos shows! Se você sentia falta do peso das guitarras de Synyster Gates e da voz icônica de M. Shadows, a espera acaba agora.

Faltam apenas 6 dias para o início da destruição em solo brasileiro, e o clima não poderia ser outro: ansiedade total e guitarras afinadas!

Datas e Locais:
  • 📍 28 de Janeiro – Curitiba/PR (Pedreira Paulo Leminski)

    • Portões: 16h

  • 📍 31 de Janeiro – São Paulo/SP (Allianz Parque)

    • Portões: 14h

O que esperar da setlist "Life Is But a Dream..."?

A banda está em sua fase mais artística e audaciosa. Os shows recentes na América Latina mostram uma produção visual impecável, com telões que são verdadeiras viagens psicodélicas.

A setlist é um presente tanto para quem ama o lado progressivo atual quanto para quem quer bater cabeça com os clássicos:

  1. Abertura Brutal: Músicas como "Game Over" e "Mattel" abrem o show com uma energia caótica.

  2. Hinos Imortais: Prepare-se para cantar a plenos pulmões "Nightmare", "Afterlife", "Hail to the King" e "Bat Country".

  3. Momento Épico: A catarse coletiva durante "A Little Piece of Heaven" promete ser o ponto alto da noite, como sempre.

Uma Jornada de Resiliência e Evolução

A história do A7X é uma das mais fascinantes e emocionantes do rock. Formada em 1999, a banda não apenas sobreviveu a crises, mas se reinventou em cada uma delas:

Os Primórdios e o Metalcore: No início, com os álbuns Sounding the Seventh Trumpet e o clássico Waking the Fallen, eles eram os reis do underground. Foi nessa época que o mundo conheceu o Deathbat (o crânio com asas de morcego), símbolo que hoje estampa milhares de tatuagens pelo Brasil.

O Estrelato Mundial: Em 2005, com City of Evil, a banda abandonou os vocais gritados pelo hard rock melódico e solos de guitarra épicos. Hits como "Bat Country" os jogaram no mainstream e definiram a estética da década.

A Tragédia e o Renascimento: Em 2009, a banda sofreu seu golpe mais duro: a perda do baterista e gênio criativo Jimmy "The Rev" Sullivan. Muitos acharam que seria o fim, mas o grupo transformou o luto em arte com o álbum Nightmare, um dos discos mais viscerais da história do metal.

A Maestria Técnica: De lá para cá, com a entrada definitiva de Brooks Wackerman na bateria, a banda abraçou o rock progressivo e experimental, culminando no atual Life Is But a Dream..., um disco que divide opiniões, mas reafirma que o A7X nunca teve medo de arriscar.

A contagem começou!

O Avenged Sevenfold é uma das poucas bandas que consegue unir técnica absurda com um espetáculo de arena de arrepiar. Se você é fã de longa data ou se apaixonou pelo som deles recentemente, esses shows são obrigatórios.

E aí, a ansiedade está batendo forte por aí?